AMPCM no fim dos 16 de activismo contra violência

A Associação Moçambicana Para Promoção do Cooperativismo Moderno (AMPCM), participou nesta quinta-feira (10), na Vila Municipal da Manhiça, província de Maputo, numa palestra que marcava o fim dos 16 Dias de Activismo Contra a Violência, efiméride que vem sendo celebrada desde o dia 25 de novembro findo.

O evento que foi levado a cabo pela Associação das Mulheres Desfavorecidas da Indústria Açucareira (AMUDEIA), na Manhiça, contou com a presença de dezenas de mulheres do Fórum das Mulheres Rurais (FOMUR), activistas da AMUDEIA, representantes da AMPCM, entre outros.

Mulheres e crianças: as maiores vítimas da violência

Com efeito, a secretária do Conselho de Direcção da AMPCM, Rebeca Gomes, que tomou da palavra em nome da Associação Moçambicana Para Promoção do Cooperativismo Moderno, disse que “realmente a violência contra a mulher e criança é um fenómeno que já vem há séculos e urge combatê-lo, pois as mulheres e crianças são as maiores vítimas deste mal”.

Rebeca Gomes acrescentou que a AMPCM presta a sua solidariedade para com todas as vítimas da violência no país e ao mesmo tempo encoraja a sociedade civil a continuar a desenvolver acções de advocacia em torno do combate à violência.

“Nós as mulheres não devemos vacilar”, Rebeca Gomes

“Nós as mulheres não devemos vacilar, devemos ter muita força, continuar a lutar, porque tudo depende nós. Somos nós que nascemos os nossos filhos. Não somos nós que educamos?”, questionou, entre aplausos das dezenas de mulheres presentes no jardim municipal da vila da Manhiça.

De referir que a AMPCM se fez representar no evento do fim dos 16 Dias de Activismo de luta contra a violência, pela Rebeca Gomes, secretária do Conselho de Direcção; Gorete Paulo, oficial de género e meio ambiente e Hermínio José, oficial de comunicação e imagem.